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Opinião

Momentos dif�ceis...

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| Mario Jucá * Um país banhado de desonestidade no poder executivo e legislativo, sendo este último praticamente perdoado pelo corporativismo, nojenta forma de peroar, mas também pela força que o executivo exerce e não deixa desencadear um processo de impeachment, que por demais está fora do prazo, como remédio fora da validade, para nada serve, o que esse presidente fala, não tem mais nenhum valor, não tem mais o sentimento de mudança e esperança das suas primeiras falas após a vitória, esta consagrada por um povo que vivia a mesmice e a desesperança, queria se vê um dia nos braços da justiça social. Sim, de um grupo de pessoas que pensasse em justiça social, melhorasse o salário do trabalhador, acabasse com a exploração infantil, com a exploração do trabalhador rural, dos professores que recebem ninharias, enquanto outras funções de igual responsabilidade estão cercadas de mordomias, carros e horas extras. O professor que trabalha fora do seu horário furta da família a sua presença e seu convívio, os fanfarrões aumentam a grana para pujança ser ainda maior. O País está enlameado, por demais os representantes do povo de diversos estados envolvidos com desvios de verbas públicas, olhem bem, prestem atenção, verbas públicas não é tráfico de influência, nem só caixa dois de grandes empresários, é desvio do erário público, aquele que o PT se dizia guardião, nada se viu de diferente, nada se contabilizou e parece que os que trabalharam na CPI e nos inquéritos não passaram de bobos, que ficarão como inimigos dos ladrões. Pior que antes não se viu coisa igual. Uma resposta seria uma limpeza completa no cenário parlamentar no País. Como? Com o voto. O voto é a forma de despejar esses ladrões e batedores de carteiras dos homens de bem. Não podemos dizer que todos nós estamos sujos, não, eles são sujos e sujam a imagem do País, mas não a nossa, devemos permanecer limpos, dignos de sermos honestos e cumpridor dos nossos deveres. Estamos vivendo momentos difíceis, tanto em nível nacional, como em nível local, vejam como um presidiário trata a segurança do nosso Estado e a resposta que temos para dá. É brutalmente vergonhosa a situação. Um delegado como o Barenco será sempre mal visto por alguns, porque é sério e trabalhador, competente, então, realmente poucos reconhecerão seus valores e ouvirão suas posições. Mas, delegado, parabéns! (*) É médico.

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