Opinião
Chegou a hora
| JOSÉ SEBASTIÃO BASTOS * Já neste 3º milênio da era cristã, pleno de novos acontecimentos em todo o mundo, tais como, as nobres descobertas científicas, as globalizações da economia, com novos rumos na educação, na arte e na cultura em todos os continentes, novas técnicas nas industrializações, no âmbito da política, na comercialização, num panorama de renovação para uma pátria unificada internacional, sonhada pelos sociais democratas. O desporto em geral acompanha pari passu, a passo igual, simultaneamente, esses sensacionais progressos. Aí estão o futebol, através de suas Copas do Mundo, com sua competição magna a ser iniciada no próximo dia 9, na Alemanha, realizando o seu 2º certame mundial, o 1º foi em 1974, terra consagrados pensadores e filósofos como Joethe, Shopenhauer e Kant, e as famosas Olimpíadas, vindas também do continente europeu, através da legendária Grécia de Sócrates, Platão e Aristóteles, luminares da filosofia, da história e da literatura, competição que mostrou para bilhões de pessoas de todo o mundo a última 28ª Olimpíada da Era Moderna. Já o futebol narra a história que entre os anos 3000 a 2100 a.C. na China, surgiram as primeiras formas do jogo de bola. Fala-se, igualmente, que de 1958 a 1951, também a.C. o ?Saule? chega a Gália, atual França. No século 17, vai crescendo a violência nas peladas de rua jogadas por inúmeros aficionados na Inglaterra. No Brasil, todos nós sabemos que o também chamado esporte bretão, aqui chegou nos idos de 1894, pelas mãos do jornalista brasileiro Charles Miller, filho de pais inglês e brasileiro, que estudou na Inglaterra. Após as peladas, vieram os clubes, federações esportivas e, em 8 de junho de 1914, foi criada a Confederação Brasileira de Desportos, hoje, de Futebol. Mas o assunto primordial do momento é a 18ª Copa do Mundo, e o Brasil que vem participando de todas as Copas, desde 1930, que foi a primeira, no Uruguai, apresenta-se com o invejável, portentoso e extraordinário título de pentacampeão, com as vitórias conseguidas na Suécia, em 1958, no Chile, em 1962, no México em 1970, nos Estados Unidos, em 1994 e na Coréia do Sul e Japão, em 2002. Tais títulos foram conquistados na gestão João Havelange, os três primeiros, e os dois últimos, com Ricardo Teixeira. Com o futebol ora apresentado em todos os continentes, considerando o melhor, com os jogadores brasileiros brilhando em associações européias e países outros, com jogadores sendo consagrados os melhores do mundo, com o ranking que a Fifa apresenta mensalmente a melhor seleção, há vários anos, o Brasil lidera. (*) É vice-presidente da CBF e procurador do Estado.