Opinião
Plano bem-vindo - Editorial
Merece a maior repercussão possível, entre as melhores notícias deste ano para o País, a aprovação da proposta, nessa última semana, de uma política a ser seguida pela União, Estados e municípios e voltada para a população infantil. De acordo com a Agência Brasil, trata-se de um plano de ações aprovado pelos conselhos nacionais dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e de Assistência Social (CNAS) com o objetivo de garantir efetivamente a eles o direito ao convívio com a família e a comunidade. Entre as finalidades do documento, denominado de Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, destacamos a articulação e integração das políticas públicas de atenção às crianças, adolescentes e famílias, levando-se em consideração as características regionais. Ele engloba 138 ações divididas em 35 objetivos, como a ampliação da oferta de serviços de apoio sociofamiliar e implementação de programas de famílias acolhedoras, para atender crianças e adolescentes afastados da família de origem por medida de proteção. Sua execução deve ser de conformidade com as melhores expectativas da população, que deseja, naturalmente, ver o País livre de vários dos mais lastimáveis índices da área social do mundo. E logo contemplado com as medidas cada vez mais necessárias de promoção e incentivo das igualdades e ao fim de tantos outros problemas causadores da miséria e da fome. E devem ser visadas metas que priorizem o aumento da participação da mulher nas discussões sobre a situação das famílias, questões sociais e projetos e metas de governos. Especialmente nos países como o nosso, com cidades sem estrutura necessária à execução das recomendações constantes das leis sobre nossos meninos, meninas e jovens.