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Opinião

Hora de supera��o - Editorial

Tornou-se uma das piores, na história alagoana, a primeira grande crise do ano surgida a partir da divulgação de apenas um decreto governamental logo nos primeiros dias de “arrumação da casa”, que, destinado a suspender o reajuste nos vencimentos dos mais

Por | Edição do dia 27/01/2007 - Matéria atualizada em 27/01/2007 às 00h00

Tornou-se uma das piores, na história alagoana, a primeira grande crise do ano surgida a partir da divulgação de apenas um decreto governamental logo nos primeiros dias de “arrumação da casa”, que, destinado a suspender o reajuste nos vencimentos dos mais numerosos segmentos do funcionalismo, incluindo os policiais fardados, terminou envolvendo os demais poderes constituídos. Estes se viram forçados a manifestar descontentamentos também contra o Executivo estadual devido aos problemas relacionados aos duodécimos, às vésperas do início de suas novas administrações. Tomara que a próxima semana já seja de entendimentos e medidas imprescindíveis à efetiva tarefa de construção do futuro de uma Alagoas definitivamente livre das suas questões mais graves e crônicas, das enormes dificuldades para se desenvolver que o seu povo tem vivenciado ao longo de décadas. Para a utilização de cada momento de todos os dias da prática do diálogo, entre as autoridades, com a participação indispensável dos diversos setores da sociedade civil organizada e as classes produtoras. É hora realmente de um somatório de esforços dos políticos, sem exceção, bem como de planejamento e resoluções por parte das instituições mantidas pelos esforços de cada pagador de impostos e taxas diversas e dos trabalhadores, no sentido deste Estado deixar de aparecer na lista dos mais atrasados entes da federação (nos itens social e econômico). É hora de Alagoas deixar a humilhante condição de Estado dependente da ajuda da União até para a realização de projetos modestos que poderiam ser executados com recursos próprios. É hora de Alagoas se desfazer, de uma vez, da imagem de um dos locais mais problemáticos do Brasil (“nossa África”, segundo uns). É hora de Alagoas encontrar soluções verdadeiras.

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