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Evolu��o e ajustes - Editorial

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Não há como não evoluir. Nada no mundo é estático, embora cada ser, cada coisa, tenha seu tempo, seu ritmo de evolução. Assim também ocorre na sociedade. Não resta dúvida que é necessário evoluir no combate ao crime, na correta aplicação da Lei. E em Alagoas, devemos reconhecer como uma evolução (altamente positiva) a criação e o trabalho do Núcleo de Combate ao Crime Organizado. Naturalmente, esse próprio organismo também precisa evoluir enquanto experiência de sucesso. Nesse quadro, as mudanças em curso na estruturação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado têm causado preocupações. Quem se preocupa tem suas razões, pois com a aterrorizante onda de crimes e violência a ocupar cada vez maiores espaços na mídia, toda e qualquer alteração em instrumentos que estão funcionando positivamente provoca temores. Não serão interrompidas essas experiências? Apostar nas mudanças como parte de um processo evolutivo é a questão que se coloca. Deve a sociedade alagoana exprimir-se de forma consciente, através de suas lideranças e de suas instituições, em apoio às transformações que possibilitem melhores condições de trabalho à experiência do Núcleo de Combate ao Crime Organizado. Sem dúvida, essa é a intenção do Tribunal de Justiça de Alagoas: evoluir, no sentido de multiplicar a eficiência de um grupo de atuação específica contra o crime organizado. Grupo esse que deve aprofundar seus laços com os demais agentes da Lei nesta luta. Alagoas precisa aprender a evoluir de forma mais ousada, sabendo absorver as vivências adquiridas, corrigindo erros sem anular os acertos conquistados. Alagoas precisa manter atuantes e eficientes seus instrumentos de combate ao crime. Precisamos valorizar nossas próprias experiências positivas neste campo.

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