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Opinião

Minha investidura na FAF

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| José Sebastião Bastos * Eis-me aqui, mais uma vez retornando à Federação Alagoana de Futebol, esse esporte apaixonante que se espraia por todo o universo. É uma longa jornada percorrida, iniciada em 1956. As primeiras manifestações de jogo de bola surgiram durante a dinastia do imperador Huangti, entre os anos 3000 a 2110 a.C., na China. Já em 850 a.C. o ?Epyskiros? era um tipo de jogo com bola praticado na Grécia antiga. De 58 a 51 a.C. o ?Saule? chega à Gália, atual França. Em 1823, tem início a prática de futebol em organização nos colégios ingleses. A Itália também reclama para si, a criação do futebol, que é conhecido com o nome de ?Cálcio?. A história do futebol associação do Brasil é plena de glórias, em toda a sua existência. O esporte bretão chegou ao nosso País, em 1894, através do jornalista Charles Miller. Somos Penta Campeões mundiais, nos idos de 1958, 62 e 70, pela Confederação Brasileira de Futebol (gestão João Havelange) e 1994 e 2002 (gestão Ricardo Teixeira). Mas voltemos ao meu retorno à Federação Alagoana de Futebol, agora como interventor, que dista de 1958 até 1996, em mandatos alternados, perfazendo 18 (dezoito) anos de dirigente máximo da FAF. Não é tarefa fácil orientar, definir e adotar posições que podem contrariar anseios, desejos e paixões de milhares e milhares de pessoas. O futebol é coisa séria, seríssima. Há um envolvimento praticamente universal em torno desse esporte que reúne multidões nos estádios. Por isso, sempre procurei na minha passagem pela FAF, conciliar, pacificar, sem prejuízo da autoridade indispensável à manutenção de atividades por mim assumidas. Durante minha permanência na referida entidade, procurei servir ao futebol do meu Estado. Lembro-me que junto ao saudoso Rubem Moreira e João Havelange, trouxe para Maceió, em 1972, a famosa Taça da Independência, comemorativa do sesquicentenário da nossa Independência, ocasião em que jogaram no Rei Pelé, as seleções da França, Argentina, África e Concacaf, bem como o 1° Campeonato Brasileiro de Futebol, onde várias associações jogaram em Maceió com clubes locais. Juntamente com a FAF ajudei na vinda da Copa dos Campeões, Copa Nordeste, Copa Alagipe e Eliminatória para Copa de 2006, etc. Desejo acrescentar, que entre os anos de 1989 a 1992, exerci o cargo de diretor de Coordenação Regional da CBF, onde hoje, sou vice-presidente, da Região Nordeste, desde 1996. Está é minha longa passagem, mercê de Deus, pelo esporte em meu Estado. (*) É vice-presidente da CBF e membro do Instituto Histórico.

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