Opinião
Nova York e sua hist�ria
| Lysette Lyra * Nova York está situada no noroeste dos Estados Unidos, dividida em cinco distritos: Manhattan, Bronx, Brooklyn, Queens e Staten Island. Pertence ao Estado de Nova York, cuja capital é Albany. Há quinhentos anos foi descoberta por Giovanni Verrazagio. Em pouco tempo se transformou no porto mais cobiçado pelos europeus. Primeiro foram os holandeses que dela se apossaram dando-lhe o nome de Nova Amsterdam, mas, em 1664 os ingleses a tomaram, passando a chamar-se Nova York, em homenagem ao duque de York. Dada a sua facilidade de ser alcançada por mar, tinha a preferência dos navegadores que estabeleceram aí um importante comércio. No século 19 sua importância portuária possibilitou o enriquecimento de muitos cidadãos. Em 1898, Manhattan se uniu aos outros quatro distritos tornando-se, já naquela época, a maior cidade do mundo sendo, também, considerada a Meca da cultura, do lazer e das finanças de toda Norte América. Com a chegada de milhares de imigrantes que buscavam a melhoria em suas condições de vida, seu progresso muito aumentou, sobretudo, com a cooperação dessa mescla na sua cultura. Atualmente aí se falam 80 línguas diferentes. A princípio foi construída uma muralha que, com sua grande expansão, foi derrubada. Os arranha-céus apareceram, sobretudo na década de 30, considerando para sua construção a rigidez de seu solo. O Empire Estates Building, o mais alto, foi construído em 1932. O plano da cidade foi concebido no ano de 1807 a 1911, sob o protesto de alguns e a aprovação de muitos. Onze avenidas seguem a direção norte-sul e 150 ruas vão de leste a oeste. Logo criaram um espaço aberto no centro da ilha que se converteu no Central Park. O New York Times é o jornal mais antigo, fundado por Henry J. Raymond e George Jones em 1851. Criaram, também, mais 40 jornais. Passear pelos vários recantos dessa megacidade é realmente um prazer, e freqüentar alguns dos seus maravilhosos espetáculos é quase obrigatório ante a programação variada desse centro de cultura. No Carnegie Hall assistimos a Orquestra Sinfônica de Saint Louis executando músicas de George Bejamin, Bela Bartók e Jean Sibelius, sob a regência do jovem maestro David Robertson e, ao piano, Pierre- Laurent Aimard. No Blue Note foram o píston de James Moody, o trompete de Clark Terry e seu sexteto e a cantora Denise Thimes que nos deleitaram. O musical Mama Mia esteve no nosso programa, assim como, um belo cruzeiro no Spirit Cruises, quando admiramos a magnificência de New York à noite. (*) É escritora.