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Opinião

Hora de planejar - Editorial

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Dentre as propostas aprovadas na 3ª Conferência Nacional das Cidades, realizada na última semana de novembro, em Brasília, uma delas trata da obrigatoriedade dos municípios com menos de 20 mil municípios elaborarem seus planos diretores. E não apenas as comunas com mais de 20 mil habitantes, conforme determina a Lei nº 10.257 de 2001 (Estatuto das Cidades). Já é tempo, portanto, de outras cidades alagoanas, além de Maceió e Arapiraca, terem os responsáveis por seus destinos, pelos investimentos em benefício de suas respectivas populações, mais empenhados na execução de projetos sérios em relação à ocupação e destinação de seus territórios. Dos lugares que reúnem consideráveis contingentes de pessoas que não podem e não devem permanecer sofrendo os resultados da insuficiência ou da completa falta de projetos voltados para a melhoria das condições de vida das populações. Como entendemos, as benfeitorias nesse sentido serão possíveis. Mas com o combate às agressões ao meio ambiente. Com uma série de medidas e preocupações permanentes em relação a um enorme quantitativo de questões, sendo as principais ligadas à invasão das terras e às várias formas de uso de outros bens públicos e privados. Os desentendimentos, aborrecimentos e danos, inclusive financeiros, envolvendo comerciantes com seus pontos-de-venda localizados na orla marítima na região de Maceió, especialmente, a prefeitura municipal e a União, com a participação do Ministério Público, são efeitos das desatenções, do descaso ou ausência de políticas públicas efetivas e preventivas quanto às situações como essas que já eram discutidas e consideradas necessárias quando Maceió ainda estava longe do dia 9 de dezembro de 1839. Data em que conquistou a condição de cidade e de capital de Alagoas.

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