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Direito da mulher

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Mulheres de diversas entidades estiveram reunidas anteontem no plenário da Câmara dos Deputados e apresentaram uma série de reivindicações. O que elas mais continuam defendendo são justamente melhorias nos seus direitos, avanços nas soluções de antigos, crônicos e novos problemas. E seguem esperançosas de que não demorarão a comemorar novas e importantes conquistas, como a aprovação da Lei denominada Maria da Penha. Já ontem, coincidindo com os eventos comemorativos e de protestos promovidos pelo País alusivos ao Dia Internacional da Mulher, o governo lançou mais um plano nacional de políticas constando, conforme foi anunciado, de 91 metas, 56 prioridades e 394 ações distribuídas em 11 eixos de atuação voltados para a população feminina. Exatamente quando este segmento da sociedade comemora os primeiros e expressivos resultados de várias decisões surgidas nos últimos anos e de acordo com os seus anseios, sendo uma delas a referida lei criada para evitar o crescimento dos números da violência doméstica e familiar. É óbvio que continuam e surgem a cada dia problemas os mais diversos tendo as crianças, as jovens e pessoas adultas como alvos. Desde os fatos ligados ao racismo, aos diversos tipos de discriminação, inclusive nos locais de trabalho e nas salas de aula, à luta para a obtenção de um simples exame ou de uma internação pelo Sistema Único de Saúde. São desafios e necessidades que desaparecerão ou serão minimizados como as próprias mulheres desejam, sobretudo nas comunidades mais pobres, com a maior participação delas na política. Das câmaras municipais ao Congresso Nacional. É uma realidade que todos aqueles preocupados com o avanço da cidadania devem se mobilizar para conquistar. É um avanço para todos, sem dúvida.

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