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Alerta ao consumidor .
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Embora o calendário esteja repleto de datas referentes ao consumidor, é preciso atenção mais que redobrada, quando o ímpeto para se adquirir produtos e serviços supere o tempo normal de espera para tal desiderato.
Sobram razões para que o consumidor se muna de cautelas. A primeira delas é a obviedade que a própria Economia vem estampando, pública e notoriamente, de que “o mar não está para peixe”, em um dizer mais popular.
É o que vimos sentindo com o incerto preço a que atingiram os produtos do cotidiano, a exemplo de alguns itens da cesta básica, que tiveram bruscos aumentos, a ponto de se perder a noção do seu real valor.
Esse já seria um motivo suficiente para que se frear aquela inquietude que se apodera do consumidor, movendo-o a sair comprando e se endividando. Opa! Eis aí uma consequência da compra impensada, da qual custa muito caro se livrar, já que as tormentas em que se mergulha, com o desabono do crédito são profundas.
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Um segundo motivo é que quase sempre as pré-faladas datas não entregam, na real, o que prometem, escondendo-se atrás de ofertas, em que as esperadas promoções nada mais são do que o preço a redução normal do produto que estava caro. Essa prática nefasta, inclusive, é muito comum, passando ao largo de uma necessária fiscalização.
Além da indesejável consequência do endividamento que se faz presente em quase todas as “mesas” do brasileiro, a possibilidade de se adquirir um produto ou serviço com defeito, quando a referida compra é movida pelo calor do momento, é quase certa.