Opinião
Por avan�os
O Brasil tem novos motivos para ufanismo. O mais importante deles começou a ser comemorado a partir do poder central: a confirmação do crescimento de 5,4% da economia em 2007, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E o presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo garantiu que o governo continuará rigoroso com a política que vem adotando. Mas dizendo que isso aconteceu de forma muito rápida e pegou um País despreparado. O chefe da Nação chegou a recomendar uma postura cautelosa com o mais recente resultado apresentado pelo nosso Produto Interno Bruto (PIB), sem deixar de destacar como uma das prioridades da atual administração a distribuição de renda. ?Não fico preocupado de ser chamado de conservador. Quero ser bastante agressivo é na política de distribuição de renda, na política social. Na economia, quero ser cauteloso?, afirmou. No mesmo dia em que manifestou o seu contentamento com a mais nova constatação de que o País não tem apenas razões para reclamar das autoridades governamentais e demais homens públicos, o presidente voltou a criticar a elite brasileira, que segundo ele, como informou a Agência Brasil, é a principal adversária dos programas sociais. Em momentos como este nada é mais importante do que uma extensa relação de decisões e apelos para a concretização de projetos capazes de levar o Brasil à conquista de resultados ainda mais expressivos quanto às atividades na área econômica e outras. Começando pelas comunidades rurais e levadas às periferias das pequenas cidades às metrópoles. Aprendamos com as lições que tivemos ao longo dos anos. E avancemos com os próximos, contribuindo com ações dos poderes públicos e cobrando os resultados. Até porque há muito a ser feito para o seu povo celebrar estatísticas cada vez mais positivas.