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Uma das áreas mais sensíveis na atual gestão estadual é a segurança pública. O medo que se espalha pelos casos de violência consolida a imagem de fragilidade no enfrentamento de aresta vital para a convivência social. Apenas para citar os últimos casos de crimes que chegam ao noticiário, veja-se o assalto ao ônibus do Circo da China, que se apresenta em Alagoas, e as dezenas de fugas desde a semana passada. No primeiro episódio, tem-se o fator que prejudica a imagem do Estado diante de plateias nacionais e internacionais. Imagine o pânico de um grupo de estrangeiros chegando à determinada localidade, pela primeira vez, e ser recebido logo desse jeito. Os ataques a turistas se repetem já faz um bom tempo. No litoral alagoano, empresários se mobilizaram para cobrar providências ? preocupados com a escalada do crime e a ausência de repressão aos bandidos. Do jeito que vai, não pode ficar. E os casos de fugas de delegacias e presídios, esses também se repetem com incansável frequência, e também desafiam o governo. O sistema prisional é uma das faces da violência que atacam o cidadão comum nas ruas, dentro de bancos ou em ônibus de viagem e de turismo. Diante das parcerias e convênios com o governo federal, o governo alagoano anuncia refoço na área de segurança. Teremos a construção de presídios e a reforma de delegacias, entre outras providências prometidas. É importante que os recursos e os caminhos de ação sejam vistos como oportunidades que não podem ser desperdiçadas ? não há mais tempo para isso, para perder tempo. Na ponta mais frágil, repita-se, sofre o cidadão comum. As medidas que venham a garantir mais proteção aos moradores de Alagoas tardam em chegar. As intenções e os discursos são de todos conhecidos, falta chegar à realidade.

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