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Fenômenos extremos .
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As atenções do Brasil neste momento estão voltadas para o Rio Grande do Sul, que vive um dos maiores desastres climáticos de sua história. As fortes chuvas, que já duram dias, causaram dezenas de mortes e deixaram cidades debaixo d’água.
Há algum tempo, cientistas têm observado que, em um curto período de tempo, o mundo vem assistindo a um aumento sem precedentes do número de catástrofes naturais, situação agravada pelas mudanças climáticas, e a ação humana pode piorar ainda mais o cenário.
Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios mostra que, nos últimos dez anos, desastres naturais causaram R$ 401, 3 bilhões em prejuízos no País.
É preciso ressaltar que boa parte das tragédias não pode nem deve ser vista como fatalidades, pois na maioria dos casos podem ser previstas e evitadas.
É, pois, necessário e urgente implementar políticas públicas voltadas para organização do espaço urbano, melhoria das condições de moradia e obras de saneamento básico, além de estruturar as coordenações de Defesa Civil de estados e municípios para que possam atuar adequadamente nas tragédias.
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