Opinião
Alimenta��o - Editorial
Uma das questões dramáticas para o desenvolvimento das nações de modo sustentável e abrangente a todos os cidadãos é o alimento. E a qualidade da comida. Alimentação saudável na escola é um direito humano. Tendo isto como ponto de partida, o governo federal vem incentivando professores e alunos a discutir a questão em salas de aula. Um dos reforços nesta ação é a distribuição de cartazes para 170 mil escolas públicas de todo o Brasil. O material ? fruto de iniciativa conjunta entre os ministérios da Educação (MEC), do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e da Saúde (MS); Relações Exteriores, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e Secretaria Especial de Direitos Humanos ? foi lançado, nesta sexta-feira (18), no encerramento da 30º Conferência Regional da FAO para América Latina e Caribe. O objetivo de todos os órgãos envolvidos é que a curiosidade despertada e as informações contidas nos cartazes possam promover o debate sobre o assunto nas escolas e, com isso, além de melhorar a qualidade alimentar, contribuir para o combate à fome. Pelo Ministério do Desenvolvimento Social, participaram da solenidade de lançamento dos cartazes o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Onaur Ruano, e a coordenadora geral de Educação Alimentar e Nutricional, Sabrina Ionata Oliveira. Também estiveram presentes o representante da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) para América Latina e Caribe, José Graziano, além de delegados de países. O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Daniel Balaban, diz que no Brasil, o orçamento destina R$ 2 bilhões para alimentação escolar, de 38 milhões de crianças e jovens da rede pública. A previsão é de que esse número suba para 46 milhões de crianças atendidas. O que seria o mínimo desejável.