loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 30/07/2026 | Ano | Nº 6278
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Opinião

.

Marco do hidrogênio verde: .

como a tecnologia ajuda nos desafios de gestão?

Ouvir
Compartilhar

O hidrogênio verde continua em destaque no setor de energia. Como prova desse protagonismo, o Senado Federal aprovou, recentemente, o Projeto de Lei 2308/23, que trata da Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. Coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), a proposta visa inserir, de forma competitiva, essa modalidade na matriz energética brasileira. Uma vez que o texto se torne lei, novas diretrizes e regulamentações serão estabelecidas, exigindo uma gestão ainda mais eficaz em todo o setor.

O marco legal do hidrogênio verde é visto como um avanço promissor para estimular a transição energética no Brasil. Além de estipular regras sobre o transporte e uso dessa energia, a nova legislação prevê benefícios fiscais para as empresas que produzirem hidrogênio com menor emissão de carbono, utilizando energias renováveis.

Embora o projeto de lei crie oportunidades, ele também traz desafios. A produção de hidrogênio verde envolve uma cadeia complexa de processos, desde o preparo até a distribuição. Dessa forma, as empresas precisarão estabelecer um controle gerencial mais eficiente para registrar todos os dados das operações.

Nesse contexto, a tecnologia se mostra uma grande aliada no setor, tanto no aspecto produtivo quanto no operacional. Embora a utilização de recursos tecnológicos já tenha deixado de ser um diferencial competitivo há algum tempo, seu uso continua sendo essencial para garantir o melhor preparo e desempenho das organizações. No segmento de energia, a aplicação de ferramentas de gestão é indispensável para assegurar o cumprimento das novas exigências legais.

Shorts Youtube
Play
Suspeito de matar ex-companheira em cavalgada em Igreja Nova é preso

Suspeito de matar ex-companheira em cavalgada em Igreja Nova é preso

Play
Ex-companheiro é condenado por matar professora em Viçosa

Ex-companheiro é condenado por matar professora em Viçosa

Play
Caso Nayane Gaspar: IML conclui exame e aponta causa da morte

Caso Nayane Gaspar: IML conclui exame e aponta causa da morte

Play
Estudante de 13 anos morre após passar mal em escola de Maceió

Estudante de 13 anos morre após passar mal em escola de Maceió

Play
Ladeira da Moenda é liberada após retirada de poste

Ladeira da Moenda é liberada após retirada de poste

Entre os recursos tecnológicos que devem ser implementados pelo setor de energia nesta nova fase, estão: a Inteligência Artificial (IA), para acompanhar todas as etapas do processo de produção, identificar padrões e automatizar tarefas; CRM (Customer Relationship Management), que envolve a gestão e o relacionamento com os clientes, garantindo sua boa experiência e prospectando novos; e, principalmente, o ERP, visto que o sistema de gestão ajuda na melhor visualização e controle das operações, integrando funções na plataforma e centralizando as operações.

No entanto, implementar um novo sistema em qualquer organização, especialmente em um setor tão padronizado como o energético, não é uma tarefa fácil. Afinal, mais do que revisitar processos antigos, o segmento precisa estar preparado para as constantes mudanças que impactam diretamente seu futuro.

Por isso, contar com uma consultoria especializada nessa abordagem é uma estratégia ideal. Um time de especialistas com conhecimento de mercado pode contribuir efetivamente para o desempenho do negócio, baseado em experiências anteriores, além de acompanhar cada uma das etapas, identificando gargalos e guiando para uma jornada bem-sucedida de toda a empresa.

O Brasil tem favoritismo para se tornar uma potência mundial na produção de hidrogênio verde, devido à sua diversidade de fontes de energia e recursos naturais. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que realiza estudos para o MME, desde 2021, estão sendo desenvolvidos projetos-piloto em escala industrial para obter hidrogênio de baixo carbono nos seguintes locais: Portos de Pecém (CE), Suape (PE), Aratu (BA) e Açu (RJ).

Com a aprovação do Projeto de Lei, as geradoras de energia terão um importante incentivo para fortalecer seu protagonismo tanto no âmbito nacional quanto internacional. Assim, é crucial que as empresas do setor que almejam entrar nesse mercado comecem, desde já, a se preparar e a implementar melhorias que favoreçam seu desempenho. Afinal, mais do que aproveitar, é preciso sempre buscar por novas oportunidades.

Relacionadas