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Exultemos, � Natal

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Natal, origina-se do latim natalis, que se relaciona ao nascimento de Jesus Cristo. Há mais de dois mil anos, o Cristianismo celebra a vinda do salvador da humanidade, e, particularmente, no Brasil, ao longo de cinco séculos, preserva o espírito e as emoções da data natalina, vindo a terra de Vera Cruz, sem descontinuidade, fiel às suas origens cristãs. Os incrédulos duvidaram da realidade desse acontecimento místico, o que ocorreu efetivamente em data que corresponde aos 25 de dezembro da atual etapa histórica. É o caso de se perguntar, e onde teria de nascer o redentor designado pelo poder divino para mudar um mundo altamente corrompido por uma série de vícios? Num local humilde, numa manjedoura. Os incrédulos se assombraram com o magno acontecimento, enquanto três Reis Magos já iniciavam uma viagem com o fim de homenagear com muita fé ao Menino-Deus recém-nascido. Tempo de orações, de fraternidade, de ternura, de paz, de alegria, de amor, de conversão e de reconciliação. Não há lugar para o ódio, não há espaço para o crime, a corrupção, a injustiça, a desigualdade social, a guerra e tudo mais que ofende a Deus. Consideremos que a importância e o prestígio do Rabé da Galiléia dividiram a história universal em duas épocas: antes de Cristo e depois de Cristo. E nesse pressuposto, justificam-se os festejos natalinos, enquanto o espírito do Natal domina todas as consciências universais e não perde a sua atualização revivendo a noite feliz, a noite sublime, a noite auspiciosa em que veio ao nosso orbe a figura ímpar de Jesus de Nazaré. Observa-se uma espécie de atmosfera de contentamento, de júbilo incontido, de confraternização em todos os núcleos sociais. E aqui repetimos. Nessa fase de Natal, como que desaparece toda espécie de retaliação, os caprichos sociais, as rivalidades, de toda espécie, de sofrimento humano, são afastados nessa noite gloriosa e fraterna na meia-noite histórica em que veio ao planeta Terra a figura ímpar do filho da Virgem Maria, Jesus de Nazaré. Senhor, passe aqui, abençoando o nosso Estado, o nosso Brasil. (*) É procurador de Estado aposentado e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas.

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