Opinião
As novas elei��es
Sobram razões às pessoas mais interessadas no fim dos problemas mais preocupantes dos últimos anos no campo da política partidária ? para a população do País, e especialmente, o povo alagoano ? que consideram como fator dos mais positivos o fato de o Estado aparecer novamente como recordista entre outros do território nacional. O novo recorde, conforme vários veículos da imprensa têm noticiado, deve-se à Justiça Eleitoral. O Poder Judiciário Eleitoral fez de Alagoas, pelo menos até agora, mediante oportunas, ousadas ? e até inovadoras em vários casos ? ações de combate à fraude, compra de votos e outros delitos, a unidade da federação com o maior número de eleições suplementares, para prefeito e vice. Isto, depois que o eleitorado brasileiro compareceu às urnas para escolher seus novos governantes e legisladores municipais em outubro do ano passado. Somente no último domingo tivemos o retorno às seções eleitorais, de mais de 30 mil eleitores em quatro cidades e em igual número de regiões. Mais dois pleitos com o mesmo objetivo estão confirmados para o dia 19 de abril próximo (em Joaquim Gomes e Tanque d?Arca) e não está descartada a possibilidade de outros em outras cidades alagoanas. Todos eles em decorrência da prática, segundo os autos e os noticiários acerca das decisões dos promotores e juízes da Justiça, de velhos e novos métodos condenáveis nos diversos aspectos, sobretudo pelos danos que causam à Nação inteira. Cada eleição deve ser entendida como uma oportunidade a mais que cada cidadão tem ? desde a menor das cidades às demais em outros Estados, de aperfeiçoar a maneira de eleger os responsáveis pelo futuro de milhões e milhões de viventes. Principalmente onde os benefícios do ensino de qualidade ainda faltam ser usufruídos por expressiva parcela das famílias. Inclusive nas áreas urbanas.