História
Construtores de AL – CXIIIC
Celso Freitas Cavalcanti bacharelou-se em Ciências Econômicas pela Universidade de Brasília (1967). Fez curso de extensão sobre Política Brasileira e Internacional - Brasília (1966), Populor um Progressio e a Realidade Brasileira (1967), especialização em Análise de Estrutura Econômica (1971), participou do Comitê Diretor do Secretariado Internacional das Instituições Superiores de Controle das Fianças Públicas, como assessor de Representação Brasileira - Viena, Áustria (1967), VIII Congresso Internacional, Madrid, Espanha (1974), Primeira, Segunda, Terceira Semanas de Relações Públicas (1976, 1977- 1978).
Foi membro Integrante do Conselho Nacional da Companhia Nacional de Escolas da Comunidade CNEC (1991) e diretor de Recursos Humanos do Banco do Brasil. Nas suas múltiplas atividades profissionais, foi oficial Legislativo do Senado Federal, economista da Cia. de Desenvolvimento do Planalto, participou da elaboração do Diagnóstico de Educação Federal, foi analista de Finanças e Controle Externo do Tribunal de Contas da União. Aposentado, foi secretário Extraordinário de Articulação com o governo Federal (1983 a 11986), presidente da extinta Codeal (1988 a 1989), diretor de Recursos Humanos do Banco do Brasil (1990 a 1992) e diretor da Telasa (06.03.96 a agosto de 1998).
O economista Celso Freitas Cavalcanti teve uma vida pública admirável. De inteligência notável, era admirado pela categoria, sempre à disposição para servir aqueles que o procuravam. Conheci-o quando dirigia a Telasa. Resolveu meu pedido a contento. Educado, atendia às pessoas com a admirável fidalguia que lhe era peculiar.
Como intelectual, escreveu: “Tenho uma filosofia e prática de vida de que nesta passagem do ser humano pela terra, nós devemos ser úteis às pessoas, fazendo o exercício diário de prestar favores aos outros, sem visar nenhum retorno, ou seja, praticar o bem o máximo possível principalmente aos pobres e oprimidos ”. Fui testemunha dessa filosofia que ele adotou na sua vida pública, sempre prestativo e decente. Fora recipendiário da Ordem do Mérito Militar (1983), e recebeu a Medalha de Mérito Santos Dumont (1984), Judiciário Militar (1985) e Ordem do Mérito Brasília (1991). Deixou marcas de um alagoano que amava servir ao próximo.
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