Estudo
Patrimônio não é lista de desejos, é objetivo a ser conquistado

Recentemente, um estudo realizado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) mostra que 95% dos jovens brasileiros sonham em conquistar um imóvel próprio. É um dado alto, especialmente quando consideramos as incertezas econômicas enfrentadas pelo país, mas revela que o imóvel segue como o principal desejo dos brasileiros. O problema é que, entre sonhar e realizar, existe uma distância que só pode ser preenchida com planejamento, estratégia e visão de longo prazo. E esse é o ponto central da questão: enquanto uns fazem listas de desejos, outros fazem patrimônio.
Mudanças de ano sempre chegam com a perspectiva de uma mudança de vida: novos planos, novas promessas, nova tentativa. Mas, quando o assunto é construir patrimônio, especialmente no mercado imobiliário, a mudança não acontece por impulso nem por desejo. Acontece por decisão. O discurso de que “agora vai” não cabe nessa área. Imóvel é fruto de decisão estratégica. É necessário que haja planejamento, dedicação, tempo e investimento. E pensar nisso faz com que o sonho da casa própria não seja apenas uma meta distante, mas uma escolha possível e consciente.
Um imóvel é o tipo de bem que representa proteção para toda família, estabilidade e segurança. Não se trata apenas de ter um teto. Não é o tipo de meta que vira moda e some na virada do calendário, é um patrimônio que cresce, valoriza, protege e funciona como âncora em meio às oscilações financeiras. É, também, um ativo que atravessa crises sem perder a relevância. Logo, investir em imóveis é a escolha de construir patrimônios para toda família.
E, por falar em escolha consciente, é importante lembrar que o alto investimento para morar não tem a ver com o preço, mas sim com o estilo de vida. Quando se investe alto para morar, não se compra metros quadrados, projeta-se o padrão de vida que se deseja viver pelos próximos anos. O local escolhido não reflete apenas a condição financeira, mas é uma oferta de conforto, mobilidade e bem-estar. É optar por um imóvel que acompanhe o ritmo de vida atual, mas que também esteja alinhado com o futuro que se deseja viver. Morar bem é, também, uma decisão estratégica.
Diferentemente das despesas que se esgotam no consumo, construir patrimônio imobiliário é dar um destino seguro para o dinheiro.
Afinal, imóvel é o tipo de investimento que se paga sozinho: valoriza ano após ano, acompanha as mudanças urbanas e ainda pode gerar renda mensal. Cada metro quadrado adquirido deixa de ser custo e passa a ser patrimônio que oferece tranquilidade e estabilidade financeira. Quem entende isso, dedica-se a construir seu patrimônio. Sim, construir. Ao contrário do que muitos ainda acreditam, o futuro não se espera, ele se constrói.
