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Situa��o dram�tica

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Segundo matéria publicada pela Gazeta domingo último, produzida pela agência O Globo e alicerçada em dados de um estudo do Ministério da Saúde, o Brasil aparece ressaltado logo na abertura do texto pelo fato de ter conseguido reduzir as taxas de mortalidade infantil nos últimos anos. Mas, a reportagem traz também a observação de que, ?ainda assim, os índices em regiões mais pobres, como o Nordeste e a Amazônia Legal, são preocupantes e estão bem acima dos parâmetros internacionais.? De acordo com ela, o Ministério da Saúde mapeou 250 municípios dessas duas regiões que, juntos, respondem pela metade dos óbitos de bebês até um ano de idade em todo o País. E que nelas ocorreram 49,8% das 443.946 mortes de recém-nascidos entre os anos de 2000 a 2007. A Nação inteira sabe que o Nordeste sempre foi apontado como região possuidora dos números mais constrangedores da área da Saúde em relação às demais do País, e que ainda concentra 65% das 220 mil vítimas da mortalidade infantil em suas cidades e nas da Amazônia Legal. E mais uma vez Alagoas é citada de modo negativo, pois é o quarto dos Estados nordestinos com os piores números referentes a este problema, depois da Bahia, Pernambuco e Ceará, com 13.193 mortes de recém-nascidos nestes sete anos. Como o governo federal anuncia mais equipes do programa Saúde da Família, a ampliação da oferta de leitos nas UTIs para gestantes e bebês e outras medidas na área social, em parceria com os Estados e municípios, só temos que aguardar uma redução destes e de outros números alarmantes na área social. Redução que será mais expressiva quando tivermos um maior número de políticos contribuindo decisivamente para o combate às causas das desigualdades, entre as regiões brasileiras, que aumentam a pobreza e a miséria.

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