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História

Construtores de AL – CXXV

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Romeu de Mello Loureiro nasceu na capital no dia 3 de abril de 1941, filho do industrial Osman Loureiro, que marcou época com sua pujança industrial. Migrou para a Cidade Maravilhosa, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e doutorando-se em Direito Penal (UERJ). Fez extensão em História das Artes Plásticas. Voltou à terrinha, onde desempenhou o jornalismo social com muita proficiência.

Trabalhou na antiga Tribuna de Alagoas e no extinto Jornal de Alagoas, brilhando no colunismo social. Com sua coluna Enfoque, foi recipendiário do Prêmio Imprensa (1997) e do Troféu Studio Mineirinho de Dança (1977–1998). Recebeu também a Medalha da Marinha (1995), o Troféu Olavo Bilac, da 20ª CSM, bem como o diploma de Colaborador Emérito do Exército Brasileiro (1996–1997).

Em novembro de 1997, Romeu de Mello Loureiro foi eleito sócio honorário do vetusto Instituto Geográfico de Alagoas. Como diretor cultural da Associação Alagoana de Imprensa (AAI), comandou diversas festas alusivas àquela entidade. O ex-prefeito da capital, Rui Palmeira, deixou de pagar duas subvenções sociais, encerrando as atividades da entidade que congrega os jornalistas profissionais de Alagoas — subvenções essas concedidas pelo então vereador Sílvio Camelo, hoje atuante deputado estadual, filho do médico e escritor Antônio Camelo.

Falar do saudoso Romeu de Mello Loureiro é, por excelência, mostrar o quão merecedor é dessa justa homenagem que faço na Gazeta de Alagoas, com a aquiescência do editor-geral Claudemir Araújo. Por essas razões, agradeço-lhe a generosidade para com a minha singular pessoa. Notadamente, foi, sem dúvida alguma, o maior colunista social caeté e, por conseguinte, honrou com altivez a nobre família da qual fez parte. Por extensão, gozou em vida de elevado conceito na nata alagoana.

Escreveu as orelhas de meu livro Viagem no Tempo (2003), dizendo:

“O livro de Laurentino Veiga é um documento valioso sobre a nossa realidade socioeconômica e cultural. Portanto, uma inegável contribuição à História das Mentalidades de Alagoas, nas últimas décadas.”

Descanse em paz sua bondosa alma.

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