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Reflexão

Almas gêmeas do bem e do mal

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Confirmando o ditado de que “os afins se agrupam”, inclusive no que tange ao bem e ao mal, como atores e protagonistas do desarranjo global de última geração que temos assistido e sofrido, revelam completo destemor a despeito do alerta aos incautos de outro famoso provérbio que diz “quem com ferro fere, com ferro será ferido”, bem como a certeza absoluta de “quem planta ventos colhe tempestades”.

Os tradicionais mecanismos e instituições promotores da interação, proteção e entendimento entre os povos, a exemplo da ONU, FMI, OMS, União Europeia, OTAN, OCDE, PNUD, OMC e outros voltados à segurança e cooperação em economia, saúde e direitos humanos não têm se mostrado suficientes para barrar a desenfreada evolução do crescente desmantelo que se observa, como se os responsáveis diretos e indiretos pela catástrofe, que rivaliza com históricos episódios, como a Primeira e Segunda guerras mundiais, não serviram como tenebrosos exemplos do que possa advir, como consequências das equivocadas atitudes voltadas mais para ufanismo pessoal dos adoradores do Deus cifrão, do que preocupação com o bem coletivo em âmbito global.

Quem sabe se não está chegando a hora, por vários aspectos envolvidos no delicado momento que a humanidade atravessa, de dar um basta em tão insanas atitudes das almas gêmeas do mal, mostrando com o concurso das palavras, falando diplomaticamente baixinho ou até mesmo gritando, para a plateia global, que não dá mais para suportar o diabólico show, o espetáculo está encerrado, em nome da paz, da concórdia, do caráter humanitário, da civilizada interação entre os povos, que deve prevalecer, independentemente de credo e cor de qualquer espécie.

A radical mudança esperada, recomendada, pelo vastíssimo universo do bem, que ainda resiste, a despeito das ameaças explícitas ou veladas desses poderosos seres do mau, “mau” com u, mau de perversidade, desprovidos de vergonha e autocrítica, capazes até de se fantasiar de Jesus Cristo para indignação de bilhões de cristãos ao redor do mundo e que certamente poderão ter o merecido castigo atenuado pela constatação de que gestos e atitudes descabidas podem ser fruto de grave distúrbio mental, e como tal inimputável, passível de sofrer intervenção, não apenas institucional, democraticamente constitucional, mas principalmente médica especializada em agudos problemas mentais, a exemplo de outros destacados personagens do passado remoto ou recente de triste memória para a sofrida humanidade atingida.

Importante observar que mais perigoso do que os artefatos bélicos de última geração, movidos pelo urânio enriquecido, é a perversidade de quem os usa para matar, ceifar coletivamente a vida de seus semelhantes, crueldade visível até mesmo do espaço sideral, que se desenha para o homem do futuro, finito na tosca percepção humana, mas infinito no contexto do divino, que estará sempre presente como o mais poderoso dos recursos, para ancorar nossa esperança pela salvação da humanidade.

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