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Cen�rio da educa��o profissional brasileira

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O atual governo federal, apesar de deficiências encontradas nos mais variados segmentos da administração, tem uma virtude que o diferencia dos últimos governos que tivemos. A expansão da Rede Federal de Ensino Tecnológico é sem dúvida um grande feito que merece ser destacado. Esta é composta pelas seguintes instituições: institutos federais de educação, ciência e tecnologia, centros federais de educação tecnológica e escolas técnicas vinculadas às universidades federais. Estamos vivenciando um momento ímpar da educação profissional, científica e tecnológica, pois o atual cenário é o de maior expansão da sua história. De 1909 a 2002, foram construídas 140 escolas técnicas no País. Nos últimos sete anos, porém, o Ministério da Educação (MEC) já entregou à população várias unidades das 214 previstas no plano de expansão da rede federal de educação profissional. Além disso, outras escolas foram federalizadas. Todas as unidades em obras serão concluídas até 2010, e o MEC está investindo R$ 1,1 bilhão na expansão da educação profissional. Em 2010, o número de escolas atingirá 354 unidades e serão criadas 500 mil vagas em todo o País, oferecendo oportunidade à juventude de obter educação de qualidade e consequentemente uma vida digna. Vejamos o caso de nosso Estado, Alagoas. Atualmente a Rede Federal de Ensino está inserida em nosso Estado pelo Instituto Federal de Alagoas e pela Escola Técnica de Artes que é vinculada à Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O Instituto Federal de Alagoas atualmente é composto pelos campi de Maceió, Satuba, Palmeira dos Índios e Marechal Deodoro. Porém, até o fim de 2010, os campi de Penedo, Piranhas, Arapiraca e Maragogi, que estão em processo de implantação, serão inaugurados, além dos polos avançados, vinculados aos campi, que contemplarão municípios como Santana do Ipanema e Murici. A importância da instalação de uma unidade em uma determinada cidade vai além da área educacional. A cidade de Palmeira dos Índios, por exemplo, situada no Agreste alagoano recebe estudantes dos mais variados municípios vizinhos, inclusive de cidades pernambucanas, como Bom Conselho e Garanhuns, devido à proximidade com esse Estado. E esta vinda de estudantes traz muitos benefícios para a economia local, pois são vários setores que são movimentados como o setor imobiliário, o de alimentação e o comércio. (*) É professor.

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