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Mais um ranking

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Depois da onda de sucessos brasileiros nos mais diferentes rankings mundiais, uma queda abrupta é divulgada: o Brasil teria despencado da 50ª para a 68ª posição no ranking mundial de inovação de 2010. Islândia, Suécia e Hong Kong (China) conquistaram os três primeiros degraus do pódio, segundo a pesquisa do Insead e da CII. O Insead é uma prestigiada escola mundial de negócios e CII é a sigla da Confederação da Indústria Indiana. Apesar de a dupla de patrocinadores não estar entre as mais conhecidas instituições de pesquisas do mundo, vale a pena o Brasil prestar atenção a esse resultado. Na verdade, essa perda de força no quesito ?inovação? não pode ser considerada uma novidade. A revista britânica Economist, em abril de 2009, já havia cantado essa pedra, informando que nosso país havia descido da 48ª para a 49ª colocação numa relação de 82 países pesquisados. A pesquisa Insead/CII é mais ambiciosa, cobrindo 132 países e utilizando 60 diferentes indicadores, como o número de patentes por habitantes, investimentos direto em pesquisa e desenvolvimento, número de pessoas utilizando a banda larga, celulares, etc. Segundo a BBC, ?dentre os países latino-americanos, o País ficou apenas no 7º posto, perdendo para nações como Costa Rica, Chile e Uruguai. No ano passado, o Brasil era o 3º mais bem classificado na região. No grupo dos quatro Brics, o Brasil foi quem registrou o pior resultado neste ano?. Mas não caia no pranto: a pesquisa igualmente destaca como positiva a perspectiva brasileira neste segmento fundamental, salientando que mesmo com essa derrocada na tabela classificatória, nosso País deve se tornar ?a quinta maior economia do mundo, ultrapassando a Grã-Bretanha e a França? e elogia como referência mundial de inovação a tecnologia brasileira de ?exploração de petróleo em águas profundas, a agricultura tropical e a fabricação de aeronaves regionais?. Menos mal.

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