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Defesa Civil

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Merece ser tratada como um dos mais importantes eventos do ano no País a 1ª Conferência Nacional de Defesa Civil e Assistência Humanitária, que acaba de ser realizada em Brasília, da qual participaram mais de mil delegados municipais e estaduais. Como a necessidade urgente de revisão do atual modelo de Defesa Civil no País, facilidades no acesso dos cidadãos às informações referentes à prevenção e a ocorrências de emergências, a fim de garantir a maior transparência e o controle social. Entre outros pontos. O encontro aconteceu justamente quando os brasileiros começam a analisar os nomes conhecidos até agora como prováveis candidatos às eleições já em outubro, para a Presidência da República, o Congresso Nacional, os governos e às assembleias legislativas estaduais. E só tem aumentado de maneira assustadora a falta de proteção das pessoas em relação às situações de risco. Tal acontecimento não pode deixar de servir para a efetiva mobilização do maior número possível de instituições públicas, como as prefeituras e câmaras de vereadores, e das entidades da sociedade civil, sempre objetivando a elaboração e execução de projetos e de ações preventivas no tocante aos fenômenos, como as inundações que geralmente resultam em mortes e danos materiais e financeiros inestimáveis e irrecuperáveis. E tantos outros desastres naturais. Sempre foram imprescindíveis os debates e as cobranças por uma nova e verdadeira política de defesa social no País, que depende de mudanças culturais. Sua construção jamais acontecerá de maneira exitosa e de acordo com os melhores desejos de seus idealizadores e defensores se não houver, conforme observou a secretária nacional da Defesa Civil, na mencionada conferência, a participação, o envolvimento e o conhecimento de todos os segmentos sociais.

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