Opinião
A pr�xima elei��o
Mais um mês de abril começa com expressiva parcela da população brasileira já se dedicando à nova temporada de caça ao voto. Mais de dez ministros acabam de deixar os respectivos cargos para se candidatarem nas próximas eleições. A quase totalidade dos Estados volta a assistir a substituição dos governadores. Ao mesmo tempo, os representantes dos partidos políticos, do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, já podem acompanhar o desenvolvimento dos programas que serão usados no decisivo evento eleitoral de 3 de outubro deste ano, conforme dispõe uma das mais recentes resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja principal finalidade é a manutenção da transparência do sistema eletrônico de votação. A dança das cadeiras em todo o País e as outras movimentações realizadas de acordo com a legislação eleitoral, e mais novo calendário eleitoral brasileiro, ocorrem com a Nação convocada para, ao exercer o ato de votar, participar, neste ano mais do que nunca, da empreitada. A seleção dos novos detentores da confiança da maioria das pessoas com direito de voto, que sairão das urnas este ano, mesmo que venha a contar com veteranos, terá complicadas pelejas para enfrentar, em formato de complicadas, complexas e crônicas questões em todos os campos de atividades Brasil afora. Principalmente de militantes da política. Começando das instituições públicas de imagens afeadas. Os brasileiros precisam ser vitoriosos, de forma honesta e harmoniosa, na Copa da democracia. Para isto, já dispomos de uma apreciável quantidade de meios adotados pela primeira vez este ano no Brasil, como o uso da internet nas campanhas, o voto em trânsito para presidente, processamento do voto com identificação biométrica do eleitor e arrecadação de recursos por cartão de crédito. Entre outros.