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Dados divulgados na semana passada indicam que a indústria brasileira recupera um ritmo de crescimento positivo. Segundo estudos feitos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produção fabril obteve 54,9 pontos em maio, superando os 51 pontos de abril. Pelos critérios adotados no estudo mais de 50 pontos indica aumento da produção. Ainda segundo os parâmetros da CNI, ?o uso da capacidade instalada ficou de acordo com o usual para meses de maio -- o indicador de UCI ficou em 50,3 pontos ante 50 no mês anterior?. E a entidade está confiante no porvir, pois ?em junho, o indicador de expectativa quanto à demanda futura ficou em 63,4 pontos. Quanto à demanda externa, as perspectivas são menos favoráveis. O indicador quanto às exportações futuras situou-se em 52,2 pontos?. A entidade explica que ?o levantamento foi feito com 1.275 empresas, sendo 724 pequenas, 357 médias e 194 grandes, entre 31 de maio e 22 de junho deste ano?. Confirmando esse otimismo, o Ministério do Trabalho informou que foram criados, em maio deste ano, 298.041 postos de trabalho com carteira assinada, recorde histórico para esse mês. Segundo o Ministério do Trabalho, ?no acumulado do ano, o número de vagas criadas é de 1.260.368, também o melhor resultado da série histórica, iniciada em 1992, para o período. O número é resultado de cinco recordes seguidos desde o início do ano?. De acordo com as previsões da equipe Lula, ?2010 entrará para história com número recorde de geração de empregos formais?. O topo do ranking ainda é do ano de 2007, com a criação de 1,617 milhão de vagas com carteira. O governo federal espera fechar este ano com 2,5 milhões de empregos gerados. Oxalá esse ascenso seja não só mantido como ampliado. O povo brasileiro merece dias melhores e uma inserção social ainda mais ampla e generosa.

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