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PF investiga roubo de microcomputadores da Ufal

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Treze microcomputadores foram roubados na madrugada da última sexta-feira na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), causando um prejuízo de cerca de R$ 30 mil para a instituição. As máquinas pertenciam ao laboratório do Centro de Tecnologia (CTEC) e eram utilizadas no aprendizado por acadêmicos do curso de engenharia civil. Segundo o reitor da universidade, Rogério Pinheiro, uma possível falha na segurança pode ter facilitado a ação dos ladrões. ?Temos detectado uma série de pontos de fragilidade na garantia do patrimônio público e do nosso pessoal dentro do campus universitário?, afirmou, ressaltando que providências já foram tomadas. ?Temos procurado alternativas e estamos em pleno processo de licitação de um sistema de vigilância mista?, completou. O reitor afirma, ainda, que o roubo não teria como ter passado despercebido pelos vigilantes. ?É necessário, no mínimo, um pequeno caminhão para levar aqueles 13 computadores de dentro do laboratório?. Segundo os próprios vigilantes, somente às 6h do sábado eles perceberam que a porta do laboratório havia sido arrombada. Este foi o terceiro roubo na Ufal registrado em uma semana, todos eles de computadores. Além disso, a reitoria já acionou a Polícia Federal para investigar o caso. Mesmo assim, Rogério Pinheiro diz que medidas emergenciais também já foram tomadas para que os estudantes de engenharia não fiquem sem as aulas no laboratório. ?Vamos providenciar para que os alunos utilizem laboratórios de informática de outros departamentos, mesmo com alguma deficiência?, concluiu. Para o diretor do CTEC, professor João Carlos Barbirato, o roubo dos computadores foi ação de uma quadrilha especializada. ?Muitos outros locais da universidade também já foram vítimas de roubo, o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CHLA), o Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e, há alguns tempos atrás, o laboratório do curso de informática. Pelo que me parece, é um grupo que está atuando nessa região?, disse. O superintendente da Polícia Federal, Bergson Toledo, informou que não possui poderes para interferir na relação entre a Ufal e a Puma, empresa contratada para fazer a segurança no campus universitário. Com relação aos assaltos, ele confirmou que a PF está cuidando do caso, mas que não pode dar maiores informações.

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