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Acusada de assassinato chega a Macei�

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Fria e calculista. Traiu o marido, foi ameaçada por ele, prestou queixa pela Lei Maria da Penha, separou-se e manteve um tórrido caso de amor com um locutor de rodeios. Meses depois, voltou ao casamento por interesse, não conseguia mais viver sem o padrão de vida a que tinha se acostumado. Só este perfil traçado pela polícia alagoana já pesa contra a pedagoga Hornella Giurizzatto Libardi, 34, presa sob acusação de tramar a morte do marido, o empresário capixaba Luiz Fernando Mattedi, 41, próximo à Avenida Leste-Oeste, em Maceió, no dia 14 de setembro. A acusada também teria contratado os autores materiais e participado diretamente do assassinato. A sucessão dos fatos, a investigação policial, os depoimentos do caso e uma série de contradições incriminam ainda mais a jovem viúva. O delegado do 9º Distrito Policial (DP), Waldor Coimbra, não tem mais dúvida que a suspeita mandou matar o marido. Mulher tenta jogar culpa em sócio A mulher do empresário capixaba, Hornella Giurizzatto, tenta agora jogar toda a culpa para o sócio Emerson Raposo Cogo. Seria o crime perfeito. Para ficar com todos os lucros da sociedade e com o dinheiro trazido do Espírito Santo, o sócio mataria Luiz Fernando e deixaria a viúva presa, acusada pelo assassinato. ?Foi um homicídio muito bem planejado, não matei meu marido, quem tramou a morte foi o sócio dele e eu vou provar isso?, diz a viúva. Mas o delegado Waldor Coimbra não acredita em nada que Hornella fala. ?Eu descarto totalmente a versão dela. A Neidinha e o Matado confirmam que foram procurados pela Hornella. Ela confessava para a Neidinha que não aguentava mais o marido, que ele fazia sexo três vezes por dia e dizia: ?mulher, me ajude a matar esse meu marido logo, ele vai chegar e vai descobrir que eu gastei todo o dinheiro dele??.

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