Polícia
Pol�cia pede pris�o preventiva de italiano
A Polícia Civil alagoana encaminhou à 17ª Vara Criminal o pedido de prisão preventiva do italiano Fábio Bertola, e disse que está enviando ofícios à Polícia Federal, ao Itamarati e à Embaixada Italiana no Brasil, para que ele seja incluído no rol dos procurados pela Polícia Internacional (Interpol). Bertola está sendo apontado pela polícia alagoana como o autor intelectual do assassinato de outro italiano ? Roberto Puppo ?, crime ocorrido em 26 de novembro passado, às margens da BR-424. A polícia suspeita que Fábio Bertola pertença a uma organização criminosa internacional, e que estaria instalando uma ramificação da máfia em Alagoas. As investigações comandadas pelo delegado-geral da Polícia Civil, Marcílio Barenco, junto com o titular da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), Paulo Cerqueira, concluíram que Bertola planejou a morte de Roberto Puppo, de quem seria sócio em negócios na Itália, e contou com a ajuda de Vanúbia Soares da Silva, com quem teria um relacionamento amoroso há cinco anos. Dívida pode ter motivado execução | BLEINE OLIVEIRA - Repórter Na próxima semana, familiares e funcionários do empresário Racino Alves dos Santos vão prestar depoimento sobre o assassinato dele. Proprietário da madeireira Lyptus, localizada no bairro do Tabuleiro, Racino foi morto na manhã da última quinta-feira, dentro de seu estabelecimento. O acusado, segundo o delegado Robervaldo Davino, que preside o inquérito, é o homem identificado como Manoel dos Santos Júnior, conhecido como ?Júnior do Pó?. O apelido tem origem na atividade do acusado, que compra e revende pó de serra, um resíduo do corte de madeira. O delegado Davino não confirmou a informação, mas as suspeitas são de que Júnior teria débito com o empresário Racino Alves, de quem comprava o resíduo. O filho do empresário havia deixado os dois conversando no escritório da madeireira momentos antes do assassinato. Homem é baleado em roubo na Ufal | WAGNER MELO - Repórter Ontem à tarde, o mestre de obras Manoel Antônio de Oliveira, 59, sacou R$ 13 mil em uma agência bancária que funciona no campus da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O dinheiro era para pagar os salários aos trabalhadores da obra de reforma e pintura de prédios da universidade. No entanto, ele não sabia que estava sendo observado. Quando retornava ao seu veículo, foi abordado por dois homens, que anunciaram o assalto. ?Eles pediram dinheiro, Manuel disse que não tinha nada e saiu correndo. Foi quando um dos homens começou a atirar nele?, relata o funcionário da Ufal Cícero Ferreira, que testemunhou o assalto. Ele conta ainda que, depois de atingir o mestre de obras na perna, os homens, aos gritos, pediram a chave do carro. Manoel jogou a chave no matagal, numa última reação. Mesmo assim, os bandidos ainda conseguiram levar o dinheiro.