Polícia
Funcion�rio p�blico � assassinado por pistoleiros em moto
Arapiraca ? O delegado do 52º Distrito Policial, Antônio Henrique, afirmou ontem que o funcionário público Irandi Cardoso da Costa, 30, assassinado no início da noite da última quarta-feira, em Arapiraca, foi vítima de pistoleiros profissionais. ?Eles dispararam apenas duas vezes, através do parabrisa do carro, e atingiram a vítima em cheio no pescoço e no coração?, afirmou. Irandi Costa, que trabalhava lavando carros e era funcionário efetivo da Secretaria de Limpeza Urbana de Arapiraca, foi vítima de uma emboscada quando retornava do trabalho. Ele estava guiando um Corsa de cor azul e placa MYC-3088 na avenida Ceci Cunha, acompanhado de um colega de trabalho, Kleber Tavares de Oliveira, 21, e de seus dois filhos, de 8 e 9 anos de idade. Inquérito sobre morte de preso deverá ser concluído até amanhã | WANESSA OLIVEIRA - Repórter A investigação do assassinato do reeducando Jailson Nascimento deve ser finalizada até essa sexta-feira, 25, conforme previsão anunciada ontem pelo delegado Denílson Santos. Jailson é um dos quatro detentos mortos dentro do sistema prisional este ano e o único, até o momento, cuja solução do caso possui algum prazo para ser elucidado. Embora faltem poucos dias para a divulgação do resultado, o delegado preferiu não adiantar nomes ou outras informações, com o objetivo de proteger possíveis testemunhas. Segundo Denílson, as investigações iniciais direcionaram a acusação para um outro reeducando, que confessou ter sido o único autor do crime. Entretanto, o inquérito já aponta cinco nomes de autores intelectuais e materiais. Jailson foi assassinado por enforcamento com um lençol, no primeiro dia de fevereiro, dentro do banheiro do Presídio Cyridião Durval. Mãe de criança envenenada é indiciada por homicídio culposo | SEVERINO CARVALHO - Repórter Maragogi ? O delegado de Maragogi, José Carlos Sales, indiciou ontem, por homicídio culposo (sem a intenção de matar), a dona de casa Tatiana Maria Santos Silva, mãe de Tauan Max da Silva Ferreira, de dois anos e seis meses de idade. Ele morreu vítima de provável envenenamento por chumbinho, no dia 16. Sales requisitou do Hospital Geral do Estado (HGE) a ficha de atendimento para saber qual o nome da médica que assistiu a criança. Ele acredita que houve negligência o que teria contribuído para a morte de Tauan. ?Pelos depoimentos colhidos, certamente aconteceu omissão de socorro, negligência. A médica que atendeu a criança no HGE só olhou a língua dela e aconselhou a mãe a levá-la de volta para casa, onde veio a falecer, desprezando o encaminhamento feito pelo médico da Unidade Mista de Saúde de Maragogi?, concluiu o delegado, que ontem ouviu o depoimento da mãe de Tauan, da avó materna, Maria José Tenório, e de duas testemunhas.