Polícia
Ag�ncias dos Correios s�o assaltadas
Dois assaltos com características bem semelhantes foram praticados contra agências dos Correios, ontem pela manhã, em Alagoas. Bandidos armados invadiram esses locais, um em Maceió e outro em Olho d?Água do Casado, renderam e tomaram a arma dos vigilantes, além de conseguirem roubar malotes de dinheiro guardados no cofre e nos caixas. Nenhum suspeito havia sido preso até ontem à noite, de acordo com informações repassadas pela Polícia Militar. A investigação e a perícia dos fatos ficarão sob responsabilidade da Polícia Federal (PF), por se tratar de uma empresa estatal. Conforme a direção dos Correios, nove agências foram assaltadas este ano no Estado. A maioria aconteceu em municípios do interior. Desde abril não eram registrados ataques a postos da estatal em Alagoas. No caso de ontem, em Maceió, três bandidos armados entraram na agência, localizada na Rua Santo Antônio, no bairro de Ponta Grossa, em Maceió, por volta das 9h30, e roubaram malotes de dinheiro. Além da quantidade em cédulas, ainda a ser contabilizada pela direção da empresa, os criminosos tomaram a arma de um policial civil e do vigilante do local. Ninguém ficou ferido, e os assaltantes fugiram depois. Testemunhas relataram que cerca de 20 clientes estavam na agência no momento em que os bandidos entraram, todos de cara limpa e exigindo somente dinheiro guardado no cofre e nos caixas dos guichês. Os funcionários foram obrigados a entregar as quantias. O vigilante não reagiu; entre os clientes estava um policial, que também entregou a arma. Quando os bandidos deixaram a agência, em um veículo de características não observadas, militares do 1º Batalhão foram acionados e fizeram rondas pela região, sem sucesso para prender os suspeitos. No interior e na porta da agência há câmeras de segurança instaladas. As imagens serão periciadas e ajudarão a identificar os suspeitos. A assessoria de imprensa dos Correios informou que o local ficará fechado por, no mínimo, dois dias úteis para que o trabalho pericial seja concluído pela PF.