Polícia
Fam�lia de Floro acredita em chacina
Os advogados e a família do agiota alagoano Floro Calheiros afirmam que ele foi executado durante uma operação policial realizada entre os Estados de Tocantins e da Bahia, domingo pela manhã. Considerado o inimigo público número um da Justiça sergipana, Floro tinha fugido duas vezes da prisão, respondia por vários assassinatos e pelo atentado contra o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Sergipe, desembargador Luiz Mendonça. Falando em nome da família, o advogado Evaldo Campos classificou como chacina o episódio que culminou com as mortes de Floro, do sobrinho dele, Lucas Calheiros, e de Rafael Borges, o ?Bala?, apontado como capanga da família. O filho do alagoano, Fábio Calheiros, ficou ferido. Pela versão oficial, a Divisão de Inteligência da polícia sergipana apenas teria apontado o esconderijo de Floro em Gurupi (TO), e a ação foi executada pela Polícia Federal, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de unidades da Polícia Militar do Tocantins e da Bahia.