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Monitoramento eletr�nico de detentos � implantado

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Ao invés de muros, chips. No lugar de grades, uma tornozeleira será o bastante para fazê-los cumprir a pena. Alagoas começou a implantar, ontem, um projeto piloto de monitoramento eletrônico para os presos do regime semiaberto. A medida adotada pela 16ª Vara de Execuções Penais e pela Intendência Geral do Sistema Prisional (Igesp) deve ajudar a ?tapar o buraco? deixado pela interdição da Colônia Agroindustrial São Leonardo, em setembro de 2008. Com o fechamento dessa unidade prisional, o regime semiaberto não funciona no Estado há mais de dois anos. ?Como o Estado não tem um estabelecimento apropriado para o semiaberto, a progressão acontece por salto. Termina o indivíduo saindo do regime fechado direto para o regime aberto?, constata o juiz José Braga Neto, titular da Vara de Execuções Penais. Pela lei, o apenado do semi-aberto deveria trabalhar de dia e ficar recolhido à noite e nos fins de semana. Agentes barram entrada de feiras A greve nos presídios está deixando os presos com fome, irritados e prestes a se rebelar, denunciam parentes que foram impedidos de entregar comida para os apenados. O Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindapen) decidiu, a partir de ontem, impedir a entrada das feiras levadas pelas famílias. Segundo a direção do sistema, o problema ficou ainda mais crítico porque a mobilização atrasou em mais de duas horas o fornecimento do café da manhã. Já o Sindapen explica que o atraso no café se deve à interdição da cozinha do Presídio Baldomero Cavalcanti por causa da chuva. ?Quando chove, alaga tudo, a cozinha ficou toda danificada. E o pessoal está agora improvisado na cozinha do Cyridião Durval. O problema é que a intendência está querendo culpar a gente por tudo?, afirma o presidente da entidade, Jarbas de Souza.

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