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Presos acusados de matar universit�ria

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O momento da prisão do casal Antônio Bandeira e Mirela Granconato ? principais suspeitos de envolvimento na morte de Giovanna Andrade Tenório, 28 anos ? aconteceu por volta das 15 horas, em Rio Largo. Eles foram abordados em casa por policiais do Tigre, a serviço da Divisão de Investigação e Capturas (Deic). Diante da chegada dos policiais, a única exigência dos dois foi a de que pudessem ser acompanhados pelo advogado Raimundo Palmeira, que prontamente atendeu ao chamado. O pedido de prisão foi feito à Justiça pelo Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc). Diante dos levantamentos feitos durante a investigação, que incluiu, além da quebra de sigilo telefônico, gravações do casal, a 17ª Vara Criminal expediu os mandados de prisão temporária para marido e mulher. Família de Giovanna se diz aliviada com prisão de casal | DA REDAÇÃO - Com Gazetaweb A família da universitária Giovanna Tenório se disse aliviada com a prisão do casal Antônio Bandeira e Mirela Granconato. Por meio do assistente de acusação, advogado Welton Roberto, os parentes lembraram, no entanto, que a prisão temporária não significa a punição dos principais suspeitos e que ainda é necessário aguardar a decisão da Justiça. A irmã de Giovanna, Larissa Tenório, elogiou a atuação da Polícia Civil de Alagoas, que agiu de forma discreta. ?O trabalho da polícia foi bastante elogiado, mas a irmã da vítima ressaltou que é importante esperar o andamento das investigações e a condenação dos suspeitos para comemorar a punição dos acusados no crime?, observou Welton Roberto. Estudante foi morta por asfixia e estrangulamento, atesta laudo | DA REDAÇÃO A estudante Giovanna Tenório Andrade desapareceu no último dia 2, depois de ser vista pela última vez saindo do Cesmac, onde cursava Fisioterapia. Seu corpo foi encontrado na noite de segunda-feira (6), num canavial no Sítio Urucum, a cerca de 500 metros da rodovia BR-104, no município de Rio Largo. Após três dias, o laudo do Instituto Médico Legal (IML), emitido pelo médico legista Luciano César Ataíde, confirmou que a estudante foi assassinada por asfixia e estrangulamento. O exame de necropsia descartou a suspeita de que a jovem teria sido violentada sexualmente antes de ser morta, já que havia especulações a respeito dos hematomas encontrados no corpo de Giovanna. Ainda algumas horas depois do sumiço, pessoas ligadas à universitária teriam revelado que Giovanna vinha recebendo várias ameaças de Mirela Granconato, esposa de Antônio Bandeira, o ?Tony?, apontado desde as primeiras horas depois do sumiço da estudante como o pivô do sequestro e morte de Giovanna.

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