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Caminhoneiro muda vers�o sobre celular

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Esconder os fatos ou negá-los. Essa é a estratégia adotada pelos investigadores do assassinato da universitária Giovanna Tenório, que ocorre em sigilo total. Ou quase. Ontem, surgiu a informação de que o caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino da Silva, 29 anos, preso na última quarta-feira (29), após ter sido flagrado com o celular da universitária, teria entrado em contradição. Primeiro, ele disse à polícia que comprou o celular que pertencia à vítima na Feira do Passarinho, em Maceió. Depois, em outro depoimento, que a compra teria sido efetuada em um posto de combustíveis, mas isso só após a polícia ter descoberto que, na hora da suposta transação, ele não estava na capital e sim em Rio Largo, cidade onde ?Tony? e Mirela possuem um mercadinho. O depoimento contraditório, desvendado pelo serviço de inteligência da polícia alagoana, complica a situação de Luiz Alberto, que está preso. Passado pode complicar acusado A universitária Giovanna Tenório Andrade tinha 28 anos e cursava Fisioterapia no Centro Universitário Cesmac. Ela desapareceu no dia 2 de junho, ao meio-dia, depois de deixar o prédio da instituição de ensino, localizada na Rua Cônego Machado, no bairro do Farol. Ela tinha dito a amigos que iria almoçar com um amigo, no restaurante Salude, localizado na Avenida Tomás Espíndola, no mesmo bairro. Giovanna não chegou para o almoço e teve início a busca pela jovem, que terminou de forma trágica.|wm

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