Polícia
Acusados aguardam habeas-corpus
Se estivesse viva, na próxima sexta-feira, 15 de julho, a estudante universitária Giovanna Tenório Andrade completaria 29 anos. Ao invés de festa, sua morte por asfixia e estrangulamento provoca lamento entre familiares e amigos. A dor da perda se mistura às investigações sobre o caso. Nas próximas horas, o desembargador Orlando Manso pode conceder ou não liberdade ao casal Mirela Granconato e Antônio Bandeira, o Tony, suspeitos de envolvimento com o crime. O pedido de habeas-corpus foi feito no último dia 7. Diante do silêncio do presidente do inquérito e da ?blindagem? feita em seu entorno, tanto o advogado de defesa, Raimundo Palmeira, quanto o assistente de acusação, Welton Roberto, não sabem o que esperar. Os dois, até o momento não conseguiram conversar com o delegado Francisco Amorim, nem ter acesso aos fundamentos encaminhados à Justiça para a decretação da prisão dos acusados.