Polícia
Menor acusado em crime � apreendido
Enquanto a família em choque chorava a morte da balconista da farmácia Pague Menos, Nadian Alves de Freitas, 30, um médico do Hospital Sanatório, no bairro do Farol, operava o adolescente M.E.S., 17, acusado de integrar o bando que provocou a morte da jovem. O menor foi atingido durante troca de tiros com um cliente da farmácia que, junto com mais dois comparsas, tentara assaltar, no início da tarde da quinta-feira (14), o estabelecimento. Uma auxiliar de enfermagem do Sanatório, identificada apenas como Fátima, que seria tia do adolescente, articulou a internação dele no hospital. O rapaz teria pago R$ 8 mil de caução ao Sanatório e mais R$ 2.500 ao médico, para ser operado. ?Não é possível entender como um paciente ferido à bala é internado, operado e não se informa à polícia?, reclamou o tenente Rinaldo Araújo, do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM), que acompanhou os policiais que fazem a custódia de M.E.S., enquanto ele permanece internado. Após receber alta, acusado é ouvido | JOBISON BARROS * - Colaborador Após receber alta, na tarde de ontem, o menor M.E.S., de 17 anos, prestou depoimento ao agente de polícia Carlos Pedrosa, no 7º Distrito Policial (7º DP), na Pitanguinha. Ele confessou a participação no assassinato da balconista Nadian Alves de Freitas, 29 anos. Ao ser questionado sobre o crime, M.E.S. alegou que o assalto também fora cometido por ?Tatá? e ?Mel?, como são conhecidos seus comparsas. ?O menor disse que os três saíram para assaltar estabelecimentos da capital, mas não especificamente a Pague Menos. Além disso, informou que as armas utilizadas no assalto seguido de morte foram uma pistola ponto 40 e um revólver calibre 38, que estariam sob a posse de Tatá e Mel. Ele negou, veementemente, a posse das armas?, explicou Carlos Pedrosa. * Sob supervisão da editoria de Cidades