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Suspeito de assassinar ator est� foragido

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O suspeito número um do assassinato do ator e professor de Artes Denilson Leite da Silva, 35 anos, está foragido. Enquanto isso, o 25º Distrito Policial (DP) não tem estrutura para investigar o caso como deveria. Professor de uma creche e monitor de um projeto social, Wagner Rodrigues teria saído com Denilson para uma festa e para dois bares, no sábado à noite, horas antes de o corpo do ator ser encontrado num terreno baldio, na comunidade de Goiabeira, no início da manhã de domingo. Parentes dizem que eles eram velhos conhecidos, sempre saíam juntos e já tinham discutido por ciúmes de outras pessoas. Para a polícia, os dois tinham um caso ou eram namorados. Após a morte, Wagner desapareceu. ?No mínimo, este sumiço é estranho, havia uma relação e ele não foi ao velório, testemunhas dizem que não está mais em casa, não veio à delegacia cobrar solução para o caso. Hoje, esse Wagner é o suspeito número um?, afirma o chefe de operações do 25º DP, Edval Ferreira. Adolescentes são entregues à Justiça | MARCOS RODRIGUES - Repórter Cinco dias após ter confessado ser o autor do tiro fatal que matou o policial federal aposentado Eduardo Batista Júnior, 52 anos, durante uma tentativa de assalto, na Avenida Jatiúca, a Justiça determinou a internação do adolescente J.R.B.S., 15 anos. Ontem, ele foi ouvido sobre o crime e foi levado para a Unidade de Internação Masculina (UIM), no Tabuleiro do Martins. O mesmo aconteceu com G.S.S.,15 anos, que também se envolveu na trama criminosa. Agora, com os dois adolescentes à disposição da Justiça, o inquérito sobre o caso deve ser concluído e remetido ao juiz da Infância, que em até 45 dias deve arbitrar uma sentença. Caso sejam declarados culpados, a dupla pode cumprir medida socioeducativa na UIM. Delegado deve pedir prorrogação de prisão Faltando um dia para o fim do prazo da prisão temporária decretada pela 17ª Vara Criminal da Capital, contra o casal Tony Bandeira e Mirela Granconato, a cúpula da Polícia Civil se divide. Conforme apurou a Gazeta, o delegado Francisco Amorim Terceiro, que preside o inquérito sobre a morte da estudante universitária Giovanna Tenório Andrade, deve pedir a prorrogação da prisão temporária, ou seja, mais 30 dias para concluir o inquérito sobre o caso. Entretanto, dentro da própria Polícia Civil há quem aponte a necessidade de se encaminhar logo o pedido de prisão preventiva, o que manteria o casal preso até o dia do julgamento do caso pela Justiça. MR

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