Polícia
Escola n�o funciona um dia ap�s tiroteio
Após o tiroteio que quase mata uma aluna e um funcionário, a Polícia Militar (PM) deve reforçar a segurança na área da Escola Estadual Rosalvo Lôbo, na Jatiúca, a partir de hoje. A unidade ficou fechada ontem, após pressão de professores e estudantes. O autor do atentado, Rafael Lins Brandão, 20 anos, invadiu o local correndo, atrás de um intrigado, tentando matá-lo, provavelmente por causa de briga de galeras envolvidas com torcidas organizadas. Além dos feridos, dezenas de pessoas que ficaram na frente do rapaz ensandecido poderiam ter morrido. Entre eles um capitão da PM, que estava fardado e desarmado, e ficou na mira de Rafael, escapando da morte por um triz. ?Ele disse que o rapaz apontou o revólver para ele e apertou o gatilho, por sorte a arma quebrou coco (falhou, não disparou)?, informa o chefe de operações do 2º Distrito Policial (2º DP), Ariel Almeida, que não quis revelar o nome do militar. A mãe do acusado, mais conhecido como ?Rafael da Mancha?, disse que o filho deve pagar pelo crime que cometeu. Fausta Andréia Lins prestou depoimento no 2º DP, junto com o padrasto do acusado, Clóvis Barreto, ontem pela manhã. Em entrevista exclusiva para a Gazeta, eles disseram que Rafael tinha sumido de casa, mas iam tentar encontrá-lo, com a ajuda de amigos, para convencê-lo a se apresentar.