Polícia
MP pede pris�o de Mirella Granconato
Com base no relatório parcial, resultado de 60 dias de investigação, encaminhado pelo delegado Francisco Amorim Terceiro, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), o promotor de Justiça Alfredo Gaspar de Mendonça decidiu, ontem, oferecer denúncia contra Mirella Granconato Ricciardi e pediu sua prisão preventiva. Com isso ela deve permanecer presa, caso a Justiça acate o pedido, até o fim do processo que apura a morte da estudante universitária Giovanna Tenório Andrade. O pedido de prisão deve ser analisado pelo juiz João Dirceu, da 8ª Vara Criminal. É ele que, fundamentado no texto, decidirá se acata ou não o pedido do Ministério Público (MP). Em relação ao seu marido, Antônio Bandeira, com quem Giovanna manteve um caso amoroso, o promotor recomenda que seja solto, porém, seja monitorado eletronicamente, 24 horas por dia, a fim de se evitar eventuais fugas.