Polícia
Esposa de PM assassinado � ouvida
A falta de respostas para a morte do subtenente José Roque, 49 anos, ocorrida no dia 15 de agosto, e a triste imagem de seu corpo caído no pátio da Escola Superior da Magistratura (Esmal) ajudam a aumentar a dor de sua família, que busca justiça. Ontem, pouco antes do depoimento de mais uma testemunha do crime, parentes estiveram diante do prédio do 1º Distrito Policial (1º DP), no Centro, para conversar com o delegado Alcides Andrade, que investiga o caso. Em depoimento, a viúva do militar, a dona de casa Marisa Carlos dos Santos, não escondeu a angústia em relação à falta de explicações sobre o que aconteceu. ?Meu marido era uma pessoa muito dedicada à família e ao trabalho. Fico sem saber o que pensar, sobre o que teria acontecido. A dor é grande, mais ainda porque disseram que ele estava no lugar e na hora errada?, desabafou. Ela e as irmãs do militar não se conformam com o fato de os suspeitos, José Wellington Bispo da Silva, Rodolfo do Nascimento e o adolescente L.F.O., 17 anos, terem sido presos apenas por tráfico de drogas e porte de arma.