Polícia
Acusa��es de policial s�o rebatidas
A coordenadora das Casas de Custódia e da Central de Polícia da Capital, Maria Goretti Lima Cavalcante, voltou a negar ontem as acusações do policial civil José Wilson Barbosa Magalhães de que ela teria intenção de, em suposta parceria com seu esposo, o agente José Murilo Moura, articular plano para executá-lo durante viagem ao interior. ?Não compreendo o porquê das acusações, todas infundadas. Ele só pode estar apresentando sinais de loucura?, rebateu a coordenadora, segundo a qual a revolta teria como justificativa o ?rotineiro? procedimento da transferência dele para Cacimbinhas, município distante 175 km de Maceió. ?Ele não estava correspondendo às necessidades da função aqui na Casa de Custódia do Jacintinho. Ausentava-se com frequência. Eis a razão pela qual optamos por solicitar sua permuta com agente que estava em Cacimbinhas e tinha interesse em regressar à capital?, defendeu-se Maria Goretti. Quanto à acusação do agente de que um preso teria sido torturado naquele recinto, ela foi enfática. ?Só pode estar delirando. Revirei os arquivos e não localizei ficha de nenhum preso com nome indicado por ele como sendo vítima deste crime aí?.