Polícia
Mirella Granconato continua presa
A defesa de Mirella Granconato, de 20 anos, acusada de ser a mandante do assassinato da estudante de Fisioterapia Giovanna Tenório, sofreu mais um revés, ontem, ao ter negado, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas, um pedido de habeas corpus. A despeito do esforço do advogado Raimundo Palmeira, para que responda pelo crime em liberdade, Granconato permanecerá presa. A manutenção da prisão preventiva, decretada no final de agosto último pelo juiz da 8ª Vara Criminal da Capital, João Dirceu Moraes, foi decidida pela unanimidade dos votos dos quatro desembargadores que integram a CC. O corpo da estudante Giovanna Tenório foi encontrado no dia 6 de julho, e desde seu desaparecimento, dias antes, Mirella Granconato já tinha o nome entre os principais suspeitos. Também suspeito de ter participado do crime, seu marido, Antonio Bandeira, o Toni, e um caminhoneiro, preso com o telefone celular da jovem assassinada, estão soltos.