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Acusado em morte teme ser v�tima de queima de arquivo

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Um dos acusados de matar Beto Campanha procurou a Gazeta para uma entrevista exclusiva, após mais de quatro anos de silêncio. Preso por nove meses e pronunciado como um dos autores materiais do homicídio do vice-prefeito de Pilar, o empresário Alex Farias, 30 anos, afirma que pode ser a sexta vítima de queima de arquivo, no rastro de sangue deixado para atrapalhar as investigações. ?Desde que a Gazeta do último domingo trouxe as revelações não tive mais sossego; agora só ando com dois ou três seguranças e quase não saio de casa porque sei que podem me matar, como mataram os outros cinco?, afirma Alex, que também é estudante de Direito. Ele se refere aos assassinatos de Antônio de França, Amabílio Loureiro, Alfredinho, Di Lampião e Dimas Barbosa, todos acusados pela polícia como participantes da ?grande tocaia? armada para matar Gilberto Pereira Alves, o Beto Campanha. Gecoc acompanhará novo inquérito O procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares, determinou ontem que o Gecoc acompanhe o novo inquérito da Polícia Civil no caso Beto Campanha. A portaria que deve ser publicada no Diário Oficial de hoje estabelece que os promotores de Justiça atuem em conjunto com a comissão de três delegados designada na terça-feira para retomar o caso rumoroso. Em maio de 2007, o Gecoc ofereceu denúncia contra os onze suspeitos indiciados pela polícia. Nove deles foram impronunciados pela 17ª Vara, e os outros dois, despronunciados pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Junto com o Gecoc, o próprio Eduardo Tavares assinou a denúncia porque, na época, atuava na 3ª Promotoria Especializada do Tribunal do Júri.

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