Polícia
Toni Bandeira volta a ser preso
O empresário Antônio de Pádua Bandeira, conhecido como Toni Bandeira, suspeito de ter participado do assassinato da universitária Giovanna Tenório, cujo corpo foi encontrado no início de junho deste ano, voltou a ser preso, na tarde de ontem. Segundo informações da assessoria de comunicação da Superintendência-Geral de Administração Penitenciária (SGAP), Toni Bandeira foi preso porque teria rompido o lacre da tornozeleira eletrônica, por meio da qual ele é ?acompanhado? por uma central de monitoramento do Sistema Prisional. Toni Bandeira foi preso por uma guarnição da Polícia Militar, que estava acompanhada por agentes penitenciários, às 15 horas de ontem, quando deixava uma agência bancária localizada no bairro do Tabuleiro, próximo à Bomba do Gonzaga. Ele foi levado para a Casa de Detenção de Maceió, onde está preso. No momento da prisão Toni Bandeira negou que tivesse tentado romper o sistema de monitoramento a distância. Aos policiais e agentes, ele explicou que a tornozeleira teria ?quebrado? quando ele tomava banho de piscina. Empresário teve caso amoroso com vítima O corpo da estudante do curso de Fisioterapia do Cesmac, Giovanna Tenório, foi encontrado no dia 6 do último mês de junho, na Fazenda Urucum, em Rio Largo. Ela estava desaparecida havia quatro dias. Investigações da polícia chegaram ao nome de Antônio de Pádua Bandeira, o Toni Bandeira, com quem Giovanna Tenório teve um caso, sem saber que ele era casado com Mirella Granconato, que já havia ameaçado a universitária. Algumas ameaças foram feitas por meio de mensagens enviadas ao celular de Giovanna, que foi encontrado em poder do caminhoneiro Luís Alberto Bernardino. Toni Bandeira e Mirela Granconato foram presos no dia 28 de junho. No dia seguinte, a polícia capturou Luís Bernardino.