app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5754
Polícia

Adolescente � executado com�quatro tiros de rev�lver 38

O estudante Waldjadsy de Oliveira Moraes, 17, que residia na Rua C, nº 20, Q 19, no Conjunto Benedito Bentes II, no Tabuleiro do Martins, foi assassinado às 18h30 do sábado, com quatro tiros de revólver, todos na cabeça, próximo a sua residência. O ma

Por | Edição do dia 07/10/2002 - Matéria atualizada em 07/10/2002 às 00h00

O estudante Waldjadsy de Oliveira Moraes, 17, que residia na Rua C, nº 20, Q 19, no Conjunto Benedito Bentes II, no Tabuleiro do Martins, foi assassinado às 18h30 do sábado, com quatro tiros de revólver, todos na cabeça, próximo a sua residência. O matador, segundo testemunha, após cometer o crime, saiu do local com a arma em uma das mãos, fazendo sérias ameaças a quem tentasse evitar sua fuga. O cadáver do estudante foi trasladado para o Instituto Médico Legal Estácio de Lima, onde foi submetido a exames e depois liberado pela equipe plantonista, que confirmou ter ele sido atingido na cabeça por quatro tiros de revólver. No IML, José Ivso Moraes da Silva, tio da vítima, disse que o sobrinho era um jovem sadio e que não tinha vícios e nem passagens pela polícia. “A morte do meu sobrinho só pode ter sido fruto de um engano ou praticado por bandidos que atuam no Conjunto Benedito Bentes, onde era uma pessoa muito querida. A família espera que a polícia trabalhe com investigação a fim de que o caso seja devidamente esclarecido”, ressalta José Ivson. A vítima estudava no Colégio Rubens Canuto e foi sepultada na tarde de ontem, sob revolta de parentes e amigos, que exigem a prisão do autor do crime. O delegado Arnado Soares de Carvalho, do 8º Distrito Policial, abriu inquérito e começou a apurar o crime. Mas, por enquanto, prefere não falar sobre os trabalhos que vem desenvolvendo para não prejudicar o andamento do processo. “Vamos ouvir a família e uma testemunha com o objetivo de efetivamente tomarmos uma definição sobre a apuração”, enfatiza o delegado Arnaldo Soares de Carvalho. Sigilo Uma testemunha, cujo nome a polícia prefere manter em sigilo, como medida de segurança, pode ser a chave para o esclarecimento do assassinato do estudante. Essa pessoa estava a pouco mais de 30 metros do local onde aconteceu o homicídio e pode ajudar muito no seu esclarecimento. A polícia não tem dúvidas de que ela vai ajudar no trabalho. Amigos do bairro e colegas de escola, que foram ao Instituto Médico Legal Estácio de Lima ver o cadáver do estudante, estavam revoltados e prometem realizar uma passeata pelo bairro como forma de protestar contra a violência que vem tomando conta do Benedito Bentes nos últimos meses, com registros de muitos crimes.

Mais matérias
desta edição