Polícia
Mirella assina documento em f�rum
Um dia depois de deixar o sistema prisional, a empresária Mirella Granconato compareceu ontem à 8ª Vara Criminal da Capital, localizada no fórum do Barro Duro, para assinar o termo com as condições que terá de cumprir para não ter o benefício da liberdade assistida revogado pelo juiz Maurício Breda. Antes do encontro com o magistrado, ela disse à Gazeta que viveu múltiplos sentimentos ao chegar em sua residência, na cidade de Rio Largo, após ser beneficiada com o cumprimento de prisão domiciliar, na última quarta-feira. Presa durante um ano e um mês, acusada de ser autora intelectual do sequestro e morte da estudante universitária Giovanna Tenório, ela passou a cumprir prisão domiciliar com o uso de uma tornozeleira eletrônica. Mirella contou que foi um alívio chegar em casa, e que sentiu-se alegre ao reencontrar os filhos Gabriel e Caio. Entretanto, os sentimentos não foram maiores do que o vazio de não ver seu pai, Fred Ricciardi, 54 anos, morto há dois meses devido a uma parada cardíaca, por causa de um duro tratamento contra o câncer. ?Eu não esperava ver tantas pessoas em casa. Pensava em encontrar e abraçar meus filhos, mas foi muito mais. Meu filho ficou escondido num canto da escada, com um buquê e cantou para mim a música que aprendeu para o Dia das Mães?, contou.