Polícia
Ossada de menina s� ser� liberada ap�s DNA
?A cova está aberta desde quarta-feira, as flores que a gente ganhou já murcharam. O enterro era pra ser feito três vezes. Agora, recebo a notícia de que o corpo da Sibele só poderá ser enterrado depois que for feito o exame de DNA. Já vai completar um mês de sofrimento. É muita dor e humilhação?, disse Andreia Pereira, na tarde de ontem, em frente ao Instituto Médico Legal (IML) de Maceió. Andreia é tia da Sibele Ferreira dos Santos, 8 anos, desaparecida na tarde do dia 13 de setembro, enquanto brincava na vizinhança, no município de Pilar. As ossadas encontradas em um canavial da fazenda Matinha, na última terça-feira (2), no mesmo município que reside a família de Sibele, possuem resquícios insuficientes para comprovar que sejam da pequena desaparecida. ?Como não é? Reconhecemos a calcinha, a roupa, o esmalte nas unhas da Sibele, o cabelo. O que mais eles querem? O pessoal do IML tem o telefone da família. Por que não nos informaram sobre o exame? Precisou eu vir aqui no local para saber da ?notícia??? indagava inconformada a tia que é irmã de Sueli Ferreira dos Santos, a mãe de Sibele.