Polícia
Policial nega acusa��o de desordem
O policial civil Miguel Rocha Neto, acusado de, na madrugada de sexta-feira, efetuar disparos de revólver contra o Bar do Jorge, no Conjunto Henrique Equelmann, no Tabuleiro do Martins, explicou que a versão passada para a imprensa não é verdadeira. Miguel Rocha Neto, recém-nomeado pelo governo do Estado, confirma que esteve realmente no bar. ?Eu percebi que havia um homem armado e resolvi lhe abordar. Ele sacou de um revólver e disparou quatro vezes contra a minha pessoa que escapou de ser assassinado. Saí em perseguição e fiz um disparo para o alto. Ele parou e eu o conduzi para a Delegacia de Plantão, onde ele foi autuado pelo delegado Manuel Bezerra e identificado como sendo José da Silva?, enfatiza o policial. Miguel Rocha disse que acompanhou o depoimento do José da Silva, que depois foi colocado em liberdade. No entanto, depois voltou à delegacia na companhia de algumas mulheres, ?naturalmente amigas?, e resolveu mudar a versão. A autoridade policial frisou que ele teria invadido o bar e disparado contra o estabelecimento comercial. ?O senhor José da Silva, além de ter sido indiciado por porte ilegal de arma, também foi por resistência a prisão. Então, as amigas dele que foram depor mentiram em seus depoimentos. Querem na verdade me prejudicar. Estava com um amigo que é comissário de menores que pode afetivamente provar o que ocorreu. Sou um homem de família que jamais se envolveu com problemas. Quando decidi abordar o elemento que estava armado agi como policial?, concluiu Miguel Rocha Neto.